Sem fiscalização, ciclovias do Rio têm veículos acima do limite de velocidade

Sem fiscalização, ciclovias do Rio têm veículos acima do limite de velocidade RJ1 mostrou ciclomotor a 45 km/h na orla de Ipanema; veículo não deveria estar na ciclovia, onde bicicletas e outros veículos autorizados devem manter limite de 32 km/h. Por Adriana Rezende, Karol Caparelli, Raoni Alves | RJ1 e g1 Rio 02/04/2026 | 13:34 Diferenças entre bicicleta elétrica, autopropelido e ciclomotor — Foto: Reprodução/TV Globo O aumento do número de bicicletas elétricas e ciclomotores nas ruas do Rio ajuda na mobilidade de muita gente, mas a falta de regulamentação municipal e fiscalização gera também um cenário de confusão e riscos. Nesta quinta-feira (2), uma equipe do RJ1 flagrou um ciclomotor a 45 km/h em plena ciclovia na orla de Ipanema, na Zona Sul. A medição foi feita com um sensor pela especialista em mobilidade urbana Vivi Zampieri. Segundo o Código de Trânsito, veículos como ciclomotores não deveriam rodar em ciclovias, só nas laterais de ruas com limite de até 40 km/h – o que não corresponde à maior parte das ruas do Rio, onde os limites geralmente variam entre 50 e 90 km/h. Pelas regras nacionais, definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), bicicletas elétricas de pedal assistido e os chamados autopropelidos precisam seguir limites de velocidade: bicicletas elétricas e autopropelidos podem chegar a uma velocidade máxima de 32 km/h; e ciclomotores devem respeitar o limite de 50 km/h e não podem andar na ciclovia. Para muita gente, bicicleta não é lazer, é trabalho. O entregador Tassiano Alves, que também é presidente da Associação de Trabalhadores de Aplicativos do Rio, afirma que a categoria responde por cerca de 60% das entregas na cidade e sente os efeitos da falta de regulamentação. Esse cenário acontece em meio a um forte crescimento do número de bicicletas elétricas. Em menos de dez anos, a frota no Brasil saltou de pouco mais de 7 mil para quase 300 mil. Já a malha cicloviária cresceu pouco e não acompanhou o aumento de usuários. Hoje, no Rio, apenas 2,5% das vias têm ciclovia ou ciclofaixa. E, mesmo onde há estrutura, ciclistas relatam problemas, como bueiros e obstáculos nas pistas. A Prefeitura do Rio prometeu, mas ainda não publicou o decreto que regulamenta o uso desses veículos na cidade, incluindo regras de fiscalização. Até lá, seguem valendo as normas nacionais. Mas, para que a convivência funcione, especialistas e usuários são unânimes: é preciso dividir o espaço e garantir segurança para todo mundo. More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook Youtube X-twitter Sem fiscalização, ciclovias do Rio têm veículos acima do limite de velocidade abril 3, 2026 Xpeng terá SUV elétrico mais barato para rivalizar com BYD Yuan Plus março 25, 2026 Gurgel: os 100 anos do teimoso que criou uma marca de carros brasileira março 22, 2026 GM é processada por vender dados obtidos por meio do sistema OnStar março 9, 2026 Volvo EX30 Ultra tem 428 cv e não quer saber dos chineses março 7, 2026 ELÉTRICOGeelySUVVolvoVolvo EX30 Notícia anteriorPróxima notícia All Posts VEÍCULOS LEVES Xpeng terá SUV elétrico mais barato para rivalizar com BYD Yuan Plus março 25, 2026 SUV da linha MONA foi flagrado na China enquanto Xpeng inicia expansão na América Latina Por Julio Cesar | InsideEVs Um… Leia mais Gurgel: os 100 anos do teimoso que criou uma marca de carros brasileira março 22, 2026 Faltava tecnologia mas sobravam ideias ao homem que previu tendências automotivas Por Jason Vogel | Motor1 No dia 26 de março… Leia mais GM é processada por vender dados obtidos por meio do sistema OnStar março 9, 2026 Marca norte-americana estaria repassando informações sensíveis para terceiros, como corretoras e seguradoras O Estado de S.Paulo 09 março Marca norte-americana… Leia mais Deixe seu comentário Cancelar resposta Conectado como luizmaia602025. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message*
Bicicleta elétrica: o que diz a lei sobre onde pode circular e quais são as regras

Bicicleta elétrica: o que diz a lei sobre onde pode circular e quais são as regras As dúvidas voltaram à tona após um acidente envolvendo uma bicicleta elétrica no Rio de Janeiro que matou mãe e filho. Por g1 — São Paulo 02/04/2026 | 06:00 Nova regulamentação para bicicletas e ciclomotores entra em vigor — Foto: Reprodução TV Globo Desde março, as autoridades de trânsito passaram a fiscalizar o uso de ciclomotores pelo Brasil. No entanto, muitos ainda confundem a diferença entre ciclomotores, bicicletas elétricas e autopropelidos e quais regras são aplicadas para cada tipo. (entenda abaixo). As dúvidas voltaram à tona após um acidente envolvendo uma bicicleta elétrica no Rio de Janeiro que matou mãe e filho. Qual a diferença entre autopropelido, bicicleta elétrica e ciclomotor? Segundo as regras do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), as definições de um veículo autopropelido são: Equipamento com uma ou mais rodas; Pode ter, ou não, sistema automático de equilíbrio; Tem motor de, no máximo, 1 kW (1.000 watts); Velocidade máxima de fabricação em 32 km/h; Largura não superior a 70 cm; Distância entre eixos de até 130 cm. Já o que caracteriza uma bicicleta elétrica é: Veículos de propulsão humana; Com duas rodas; Motor auxiliar de propulsão de, no máximo, 1 kW (1.000 watts); Motor só pode funcionar quando o usuário pedala; Não pode ter acelerador; Velocidade máxima de propulsão em 32 km/h. Por fim, as definições de um ciclomotor são: Veículo de duas ou três rodas; Motor com potência máxima de até 4 kW; Velocidade máxima de fabricação até 50 km/h; Possui acelerador. Conheça as regras para cada veículo Segundo o Contran, bicicletas, patinetes, skates, hoverboards e monociclos elétricos podem circular pelas calçadas e ciclovias – desde que respeitando os limites de velocidade definidos normalmente pelas prefeituras de cada município. (Veja mais no infográfico abaixo) Já ciclomotores só podem trafegar na rua, têm que ter placa e licenciamento, e o condutor precisa de habilitação específica. Abaixo, confira o infográfico que mostra detalhadamente as regras para cada um deles: Ciclomotor pode levar multa? A resolução prevê que o ciclomotor pode ser multado se: Transitar em local não permitido: infração média, multa de R$ 130,16 e 4 pontos na CNH; Transitar em calçadas, passeios, ciclovias, exceto nos casos autorizados pela autoridade de trânsito: infração gravíssima, multa de R$ 880,41 e 7 pontos na CNH; Veículo for conduzido sem placa de identificação: infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH; Conduzir veículo que não esteja registrado e licenciado: infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH; Quando conduzir ciclomotor sem o uso de capacete ou transportar passageiro sem o uso do capacete: infração gravíssima, multa de R$ 293,47, 7 pontos na CNH e suspensão da CNH; Quando transitar com ciclomotores nas vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias: infração gravíssima, multa de R$ 293,47, 7 pontos na CNH. Veja íntegra da resolução do Contran More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook Youtube X-twitter Sem fiscalização, ciclovias do Rio têm veículos acima do limite de velocidade abril 2, 2026 PL da vistoria obrigatória para carros usados cai na Câmara após pressão popular abril 2, 2026 Primeiras unidades de teste do Jeep Avenger passam pelas linhas de Porto Real (RJ) (VIDEO) abril 2, 2026 Kwid E-Tech some das lojas e segue sem previsão de retorno abril 2, 2026 Bicicleta elétrica: o que diz a lei sobre onde pode circular e quais são as regras abril 2, 2026 autopropelidobicicleta elétricaCICLOMOTORcicloviaCNH Carteira Nacional de HabilitaçãoContranhoverboardmonociclo elétricopatineteskate Notícia anteriorPróxima notícia All Posts AÉREOS AQUAVIÀRIOS BICICLETAS CAMINHÕES CARROS ELÉTRICOS FERROVIÁRIOS HÍBRIDOS MOBILIDADE NOTÍCIA ÔNIBUS PICAPES SUVs VANS VEÍCULOS LEVES VEÍCULOS MÉDIOS VEÍCULOS PESADOS Sem fiscalização, ciclovias do Rio têm veículos acima do limite de velocidade abril 2, 2026 Sem fiscalização, ciclovias do Rio têm veículos acima do limite de velocidade RJ1 mostrou ciclomotor a 45 km/h na orla… Leia mais Bicicleta elétrica: o que diz a lei sobre onde pode circular e quais são as regras abril 2, 2026 Bicicleta elétrica: o que diz a lei sobre onde pode circular e quais são as regras As dúvidas voltaram à… Leia mais Deixe seu comentário Cancelar resposta Conectado como luizmaia602025. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message*
Aeroporto de Congonhas ganha conexão com metrô

Aeroporto de Congonhas ganha conexão com metrô A estação foi instalada no pavimento inferior do terminal Por Márcio Diniz | Catraca Livre 31/03/2026 | 19:17 Entrada da estação Aeroporto de Congonhas está localizada no pavimento inferior do terminal de passageiros – Divulgação/Aena Brasil O Aeroporto de Congonhas passa a contar com uma estação de metrô integrada ao terminal de passageiros. A estrutura, inaugurada nesta terça-feira, 31, como parte da Linha 17-Ouro, conecta diretamente o aeroporto à rede metroferroviária da capital paulista. A operação do terminal aéreo é da Aena, que administra o equipamento na cidade. Entrada da estação Aeroporto de Congonhas está localizada no pavimento inferior do terminal de passageiros. O acesso ao metrô ocorre por meio de um túnel sob a Avenida Washington Luiz, permitindo a circulação direta entre o aeroporto e o sistema ferroviário. A nova parada integra a Linha 17-Ouro, monotrilho com 6,7 quilômetros de extensão e oito estações. O traçado conecta o aeroporto à estação Morumbi, com integração às linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda. A estação se soma a outros projetos voltados à mobilidade no entorno de Congonhas. A proposta é reduzir o fluxo de veículos na região e estimular o uso do transporte público. O diretor-executivo do aeroporto, Kleber Meira, afirma que a integração com o metrô altera a dinâmica de acesso ao terminal. Segundo ele, a mudança impacta tanto passageiros quanto trabalhadores que circulam diariamente pelo local. Com a integração física ao metrô, Congonhas se torna o primeiro aeroporto do país a ter uma estação conectada diretamente ao terminal de passageiros. Operação inicial e expansão prevista A operação da Linha 17-Ouro começa em fase assistida. O funcionamento ocorre diariamente das 10h às 15h, com intervalos médios entre 7 e 14 minutos entre os trens. A ampliação de horários e da capacidade depende da evolução operacional do sistema. Neste estágio inicial, a linha opera com duas composições em formato de “shuttle”. Os trens circulam em sistema de vai e volta pelo mesmo trecho, conectando o aeroporto à estação Morumbi, em ambos os sentidos. O trajeto vai obedecer parada em sete das oito estações da linha: Morumbi (conexão com a Linha 9-Esmeralda), Chucri Zaidan, Vila Cordeiro, Campo Belo (integração à Linha 5‑Lilás), Vereador José Diniz, Brooklin Paulista e Aeroporto de Congonhas. Características e operação das estações As estações da Linha 17-Ouro foram projetadas com dois acessos conectados ao entorno urbano, organizando os fluxos de entrada e saída de passageiros. As estruturas são acessíveis, com elevadores, escadas rolantes, pisos táteis, sanitários adaptados e sinalização, permitindo o deslocamento de pessoas com mobilidade reduzida. As plataformas contam com portas de segurança e áreas destinadas ao estacionamento de bicicletas, com paraciclos em todas as unidades e bicicletário na Estação Morumbi. Esses espaços se articulam com ciclovias existentes, ampliando a conexão entre modais. Nos acessos, há áreas para embarque e desembarque de veículos, como táxis e aplicativos, além de pontos de ônibus. Na fase inicial de operação, as passarelas funcionam no mesmo horário das estações, das 10h às 15h. Tanto essas estruturas quanto o túnel de acesso ao Aeroporto de Congonhas permanecem abertos ao público em geral, independentemente do uso do monotrilho. O acesso permite a circulação de pedestres, facilita a travessia da Avenida Roberto Marinho e amplia as opções de entrada no aeroporto. Com a operação plena das estações, os acessos passarão a acompanhar os horários regulares de funcionamento do sistema, das 4h40 a 0h. More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook Youtube X-twitter PL da vistoria obrigatória para carros usados cai na Câmara após pressão popular abril 3, 2026 Primeiras unidades de teste do Jeep Avenger passam pelas linhas de Porto Real (RJ) (VIDEO) abril 3, 2026 Kwid E-Tech some das lojas e segue sem previsão de retorno abril 3, 2026 Sem fiscalização, ciclovias do Rio têm veículos acima do limite de velocidade abril 3, 2026 Aeroporto de Congonhas ganha conexão com metrô março 31, 2026 aeroportometrô Próxima notícia All Posts VEÍCULOS LEVES Kwid E-Tech some das lojas e segue sem previsão de retorno abril 3, 2026 Kwid E-Tech some das lojas e segue sem previsão de retorno O Kwid E-Tech 2026 é equipado com motor elétrico… Leia mais Deixe seu comentário Cancelar resposta Conectado como luizmaia602025. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com * Message*
Mascarello Horizon: marca brasileira lança ônibus elétrico com motor BYD

Mascarello Horizon: marca brasileira lança ônibus elétrico com motor BYD Primeiro ônibus elétrico da encarroçadora integra chassi nacional BC12 e baterias Blade de alta densidade para otimizar custo operacional Por Thiago Ventura | CNN Brasil 24/03/2026 | 13h39 Mascarello Horizon: primeiro elétrico da marca paranaense • Divulgação A encarroçadora brasileira Mascarello revelou seu primeiro ônibus 100% elétrico voltado para descarbonização das frotas municipais e modernização da infraestrutura urbana. Chamado Horizon, o ônibus utiliza o chassi BC12 da BYD e a tecnologia de baterias Blade. O modelo projetado no país tem como conceito equilibrar a eficiência energética com a durabilidade exigida pelas vias brasileiras. A escolha técnica pelo chassi BYD BC12 reflete uma estratégia de integração entre componentes nacionais e tecnologias globais de propulsão. O componente central do sistema é a bateria Blade, composta por células de lítio-ferro-fosfato (LFP). Diferente das baterias convencionais, esta tecnologia oferece maior estabilidade térmica e resistência a danos físicos, o que eleva os padrões de segurança operacional. Além disso, a vida útil estimada supera os 3.000 ciclos de carga, garantindo longevidade ao investimento dos operadores de transporte. O design do Mascarello Horizon foi desenvolvido por João Paulo Cunha Melo, designer industrial com mais de 18 anos na área. Entre os projetos, participou do Marcopolo G8 e da van elétrica Arrow ONE, que renderam prêmio iF Design Award, em 2022 e 2024. “O conceito foi criar um veículo urbano com visual mais premium, encontrado em categorias superiores, como o rodoviário”, conta João Paulo. Segundo o designer, a inspiração do veículo veio do ambiente urbano e da arquitetura contemporânea. A aposta é em planos bem definidos e contrastados. “O Horizon foi desenhado com intenção, equilibrando presença visual e racionalidade industrial. O resultado é um conceito que chamamos de Urban Premium, uma proposta que busca elevar o ônibus urbano a um novo nível de percepção na cidade”, explica. Com 13 metros de comprimento, o Mascarello Horizon possui capacidade para transportar até 76 passageiros. O sistema de armazenamento de energia apresenta uma capacidade que varia entre 425 kWh e 499 kWh. Segundo as especificações técnicas, a autonomia do conjunto é projetada para cobrir as demandas diárias das linhas urbanas, alcançando cerca de 327 km por carga completa (ajuste técnico baseado na plataforma padrão). O tempo de recarga total é otimizado, variando entre 60 e 120 minutos em estações de alta potência. A engenharia da Mascarello adaptou a carroceria urbana para as especificidades do chassi elétrico, preservando a rigidez estrutural necessária para suportar o peso dos pacotes de baterias sem comprometer o conforto interno. A modularidade do projeto permite que a configuração de assentos e espaços para acessibilidade seja ajustada conforme as normas locais de cada cidade. Este movimento posiciona a Mascarello de forma estratégica no mercado de eletromobilidade, ampliando a oferta de veículos de zero emissão no Brasil. A entrada de um novo competidor com chassi nacionalizado fortalece a cadeia produtiva local e oferece aos gestores públicos alternativas viáveis para o cumprimento de metas ambientais. Além do chassi BYD, o Mascarello Horizon pode ser encarroçado em chassis Mercedes-Benz, Volkswagen, Volvo, Scania e Eletra. O Horizon conta ainda com Iluminação full LED com módulos independentes e traseira integrada com câmera de ré embutida. O cliente pode, opcionalmente, colocar retrovisores externos com câmeras. Criada em 2003, a Mascarello tem sede em Cascavel (PR). Entre os modelos mais famosos da marca está o GranVia, um ônibus urbano. A empresa tem também a linha Roma, voltada para para transporte rodoviário. More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Sem fiscalização, ciclovias do Rio têm veículos acima do limite de velocidade abril 2, 2026 PL da vistoria obrigatória para carros usados cai na Câmara após pressão popular abril 2, 2026 Primeiras unidades de teste do Jeep Avenger passam pelas linhas de Porto Real (RJ) (VIDEO) abril 2, 2026 Kwid E-Tech some das lojas e segue sem previsão de retorno abril 2, 2026 Bicicleta elétrica: o que diz a lei sobre onde pode circular e quais são as regras abril 2, 2026 Notícia anteriorPróxima notícia autopropelidobicicleta elétricaCICLOMOTORcicloviaCNH Carteira Nacional de HabilitaçãoContranhoverboardmonociclo elétricopatineteskate Sem fiscalização, ciclovias do Rio têm veículos acima do limite de velocidade abril 2, 2026 PL da vistoria obrigatória para carros usados cai na Câmara após pressão popular abril 2, 2026 Primeiras unidades de teste do Jeep Avenger passam pelas linhas de Porto Real (RJ) (VIDEO) abril 2, 2026 Deixe seu comentário Nome Seu e-mail Mensagem Enviar